Cavalos CURIOSIDADE

Evolução
• Os cavalos e as zebras fazem parte da mesma família. Alguns cavalos apresentam mesmo listas na parte inferior das patas e mais raramente no dorso, exemplo disso é o Sorraia. 
• A família à qual pertence o cavalo chama-se “Equus” que significa veloz em grego. 
• O antepassado mais longínquo do cavalo não tinha mais de 20 cm. Tinha também três dedos nas patas da frente e quatro nas patas de trás, em vez de um casco.

Anatomia
• Os cavalos têm dois ângulos de visão “mortos”. Um localizado diretamente à frente e outro diretamente atrás. 
• As crias dos cavalos conseguem sustentar-se nas patas após uma ou duas horas do nascimento. 
• Os cavalos não conseguem respirar pela boca. 
• Os cavalos estão “desenhados” para galopar e não para saltar. No estado natural, os cavalos tendem a contornar os obstáculos. 
• Os olhos dos cavalos estão entre os maiores dos mamíferos terrestres. 
• Os cavalos dormem a maior parte do tempo em pé. Estes animais têm um mecanismo nas pernas (tendões e ligamentos) que os permite estar a em pé sem utilizarem os músculos. Para entrar em fases mais profundas do sono, os cavalos têm de se deitar. 
• Para os cavalos é mais confortável estar de pé do que deitados, isto porque quando estão deitados fazem pressão sobre os órgãos internos. 
Sentidos

• Os cavalos conseguem ver cores. 
• Os cavalos têm um apurado olfato. Conseguem mesmo “cheirar” feromonas. 
• As apresentações entre os cavalos fazem-se nariz-com-nariz. 
• Os cavalos comunicam através de sons e também expressões faciais, utilizando as narinas, as orelhas e os olhos. 
• Os cavalos são extremamente sensíveis ao movimento. Por isso é que se encontram nervosos nos dias ventosos, para eles tudo está em constante movimento. 
• Os cavalos têm uma excelente audição e conseguem virar as orelhas em 180 graus para melhor captar os sons. 
• Os cavalos conseguem sentir uma mosca a posar na sua pele e usam os músculos que têm por todo o corpo para as espantar.

Números

• A população mundial de cavalos está estimada em 75,000,000. 
• Um cavalo dorme várias vezes por dia durante apenas alguns minutos. Um adulto dorme em média 3 horas por dia enquanto um potro tende a dormir mais vezes, durante mais tempo e mais profundamente. 
Consumos

• O cavalo necessita em média de beber 50 litros de água por dia. Isto dá 4 litros de água por dia por cada 50 quilos. 
• Um cavalo necessita de ingerir em média 1 a 2 % do seu peso em comida.

Raças

• Existem mais de trezentas raças de pôneis e cavalos. 
• Falabella é a raça de pôneis mais baixa, não excedendo os 65 cm. 
• O Shire é a raça mais alta de cavalos, podendo ultrapassar os 180 cm. 
• O Lusitano, o Alter Real e o Sorraia são raças portuguesas. 
Os humanos e os cavalos

• Equinofobia e Hipofobia é o medo de cavalos 
• As estátuas eqüestres têm diferentes significados conforme a posição do cavalo: se o animal se apresenta com as duas patas no ar, a pessoa que o monta foi morta em batalha, se apresenta uma, foi ferida, e se tem as quatro pousadas no chão, a pessoa morreu de causas naturais. 
• As unhas do homem e a parte exterior do casco do cavalo são feitos do mesmo material. 
• O cavalo é especialmente sensível ao tacto na área da cabeça, sendo que em termos de sensibilidade, os lábios do cavalo correspondem à ponta dos dedos humanos. 
Superstições

• As ferraduras dos cavalos dão sorte se estiverem penduradas com as pontas voltadas para cima. 
• Os cavalos pretos têm um temperamento mais rebelde.

História
 
A evolução do cavalo.
Descendente de uma linha evolutiva com cerca de sessenta milhões de anos, numa linhagem que parece ter-se iniciado com o Hyracohteriun – um animal primitivo com cerca de 40 cm de altura. Os antecessores do cavalo, são originários do Norte da América mas extinguiram-se aí por volta do Pleistoceno há cerca de cento e vinte mil anos. Os cavalos selvagens originais eram de constituição mais robusta do que as raças de membros esguios que existem na actualidade. Há cinqüenta milhões de anos atrás, uma pequena criatura semelhante a uma lebre, possuindo quatro dedos nas patas dianteiras e três em cada pata traseira, corria através de densas e úmidas vegetações rasteiras, alimentando-se de suculentas plantas e pastagens. Pelo fato de poder fugir e esconder-se de seus destruidores, o pequeno mamífero conseguiu prosperar. Esse animal era Eohippus, o antecessor do cavalo moderno.
Poucos animais possuem um registro tão antigo e completo como o cavalo. Através do estudo de sua história, toma-se conhecimento dos efeitos causados pela crescente mudança do meio-ambiente na batalha do animal pela sobrevivência e das adaptações que foram sendo necessárias durante o processo de sua evolução. Com a mudança gradual do clima, a terra se tornou mais seca, e os pântanos foram cedendo lugar a extensas planícies gramadas. De Eohippus, no espaço de vinte milhões de anos aproximadamente, evoluiu Mesohippus, maior e mais musculoso, possuindo três dedos e patas mais longas. Seus dentes, ligeiramente modificados, eram mais adequados para puxar a grama do que para pastar nos arbustos e musgos dos pântanos.
  
Mesohippus, um antecessor do cavalo moderno
Outros vinte milhões de anos transcorreram, e apareceu Merychippus, no qual apenas o dedo do meio, bem maior, tocava o solo quando o animal corria, sendo que os dedos laterais, assaz reduzidos em tamanho, eram usados somente em terreno molhado e pantanoso. Esse cavalo tinha o porte de um cão, com dentes notavelmente diferentes: mais adequados para triturar a mastigar. A cabeça possuía maior flexibilidade em sua base, sendo proporcionalmente mais longa do que a de seus antecessores, e assim o animal pastava com mais facilidade.

Pliohippus, o primeiro cavalo de um dedo só, apareceu na época pliocênica. Era um animal adaptado para desenvolver maior velocidade em descampados e pradarias, para evitar a captura. Estava-se, então a um passo do surgimento do Equus, o cavalo moderno, cuja estrutura de pata é formada pelos ossos do dedo central e cuja unha alargou-se enormemente, formando o casco. Equus, pequeno, mais robusto e fértil, capaz de suportar os mais rudes climas, prosperou e espalhou-se pelo mundo.

Cavalos, asnos e zebras pertencem à família eqüídea e caracterizam-se por um dedo funcional em cada pata, o que os situa entre os monodáctilos. As outras duas falanges formam a quartela e o osso metatársico, os quais são ligados pelo machinho, junta que possui grande flexibilidade, e à qual se deve a facilidade que apresenta o animal para amortecer o choque com o solo após saltar grandes obstáculos.
O machinho é responsável também pela capacidade do animal de desenvolver grande velocidade sobre terrenos ondulados e, ainda, por sua habilidade em esquivar-se agilmente de obstáculos, voltar-se sobre si mesmo e correr em sentido oposto, em verdadeiras manobras de fuga. O nascimento dos dentes acontece de maneira a permitir que os mesmos possam ser usados, sem que apresentem qualquer problema, desde o nascimento do animal até que este complete oito anos, aproximadamente.

Os cavalos, de maneira geral, são muito semelhantes em sua forma física, possuindo corpos bem proporcionados, ancas possantes e musculosas e pescoços longos que sustentam as cabeças de acentuada forma triangular. As orelhas são pontudas e móveis, alertas ante qualquer som, e a audição é aguçada. Os olhos, situados na parte mais alta da cabeça e bem separados um do outro, permitem uma visão quase circular e as narinas farejam imediatamente qualquer sinal de perigo. O pêlo forma uma crina ao longo do pescoço, possivelmente para proteção. A maioria dos inimigos do animal, membros da família dos felinos, por exemplo, costuma saltar sobre o dorso do cavalo e mordê-lo no pescoço.

Cavalos selvagens foram difundidos na Ásia e Europa em épocas pré-históricas, mas as vastas manadas foram se esgotando através das caçadas e capturas para domesticação. O Tarpan (cavalo selvagem da Tartária) sobreviveu até 1850 na Ucrânia, Polônia e Hungria, países de onde se originou. Acredita-se que seja o antecessor do cavalo Árabe e de outros puros-sangues. Pequeno, tímido e veloz, o Tarpan possuía uma pelagem longa e de tonalidade cinzento-pálida, com uma faixa negra sobre o dorso. A crina era ereta e a cauda coberta por pêlos longos e ásperos. Evoluiu durante a época glacial, quando os cavalos que viviam em florestas foram forçados a se deslocar para o sul, onde, então, cruzaram-se com os animais locais, que viviam em planícies. Desde 1932, esforços têm sido desenvolvidos no sentido de recriar o Tarpan, e vários parques zoológicos já possuem grupos de Tarpans. Os pequenos cavalos representados nas pinturas de cavernas em Lascaux, França, são, quase certamente, Tarpans.
 
 
O cavalo-de-przewalsky é a última espécie sobrevivente de cavalo selvagem.

O Przewalski teve seu nome derivado do explorador russo que descobriu uma imensa tropa dessa raça em 1881. Também conhecido como cavalo-selvagem-da-mongólia, foi quase completamente extinto no fim do século, e os sobreviventes são cuidadosamente conservados cativos e em estado selvagem. O cavalo-de-przewalski é um animal baixo e compacto, de coloração clara como a areia, possuindo uma listra negra sobre o dorso e uma crina negra e ereta. A cauda é negra e coberta por pêlos. Possui também protuberâncias, conhecidas como calosidades, na face interna das pernas. Sendo um animal fértil e de rápido amadurecimento, não deveria ser difícil manter um núcleo saudável de reprodutores para que fossem novamente supridas as áreas nas quais viviam originalmente.

Por volta do ano 2000 a.C., o homem começou a usar o cavalo para propósitos outros além daquele da alimentação, e, devido à sua intervenção no esquema natural das coisas, o processo evolutivo foi acelerado por seleção artificial, dando origem assim à grande diversidade de raças, tamanhos, formas e pelagens, que pode ser apreciada nos tempos atuais.

Raças mais conhecidas

• Andaluz 
• Alter-Real 
• Árabe 
• Arabo-Friesian 
• Appaloosa 
• Berbere 
• Bolonhês 
• Brabantino 
• Bretão 
• Brasileiro de Hipismo 
• Cavalo campolina 
• Clydesdale 
• Crioulo 
• Holsteiner 
• Mangalarga Paulista 
• Mangalarga Marchador 
• Morgan 
• Oldenburg 
• Paint Horse 
• Pampa 
• Pantaneiro 
• Paso 
• Pônei 
• Pônei brasileiro 
• Puro Sangue Inglês (ou PSI) 
• Puro Sangue Lusitano 
• Quarto-de-Milha 
• Shire 
• Sela Francesa ou Selle Français 
• Sorraia 
• Friesian

Pelagens
Um velho ditado inglês diz a good horse is never a bad colour, o que significa, aproximadamente, que se o cavalo é bom, sua pelagem será necessariamente boa. Mesmo assim, existem muitas superstições associadas à pelagem do cavalo: os cavalos zainos são populares e tidos como constantes e dignos de confiança, enquanto que os negros são considerados bastante nervosos e pouco seguros. Os tordilhos têm a reputação de temperamentais e os alazões, de serem teimosos e excitáveis. Na realidade, há muito pouco de verdade em tudo isso, e existem cavalos nas mais diversas tonalidades, o suficiente para satisfazer a todos os gostos.

• Zaino – é uma tonalidade rica e brilhante de castanho, aproximando-se da cor do mogno polido. Os cavalos zainos podem ter uma única tonalidade em todo o corpo ou podem ter crina, cauda e patas negras, quando são, então, propriamente descritos como zainos com pontos negros. Os cavalos dessa pelagem são tidos como muito espertos e são geralmente fortes e bem dispostos.

• Zaino negro – varia de tonalidade desde o zaino até quase o negro e, se houver alguma dúvida quanto à sua pelagem, a melhor maneira de desfazê-la é através do exame de pêlos curtos e finos encontrados no focinho. O zaino negro é tido como o cavalo ideal para shows, passeios e caçadas.

• Negro – Apesar de ser atraente, muitas pessoas sentem-se predispostas contra ele por causa de sua fama de ser indigno de confiança. Outro motivo para a prevenção, possivelmente, reside no fato de os cavalos negros terem sido sempre usados nos funerais, antes do aparecimento do carro funerário motorizado.

• Alazão – pode variar sua tonalidade entre uma extensa gama de tons castanho-avermelhados. O mais escuro possui um tom quase arroxeado, enquanto que o mais claro é brilhante, possuindo um profundo tom ouro-avermelhado. Os alazões normalmente possuem marcas de tonalidades diversas. Podem apresentar crina, cauda e pintas castanhas ou negras, ou ainda, ter crina e cauda cor de palha dourada.

• Lobuno – esta é a tonalidade dos cavalos e asnos pré-históricos. Várias raças mantêm essa pelagem hoje em dia e ela pode ser muito atraente, especialmente se houver pontos negros. O lobuno-dourado possui um tom levemente puxado para o tom de areia, enquanto a pelagem do lobuno-azulado é uma espécie de preto lavado, empalidecido, lhe dando reflexos azulados. A maioria dos cavalos lobunos possui uma listra sobre o dorso.

• Tordilho – pode possuir círculos de pêlo negro pelo corpo, especialmente na parte traseira, dando-lhe o aspecto de um antigo cavalinho de balanço. Os tordilhos negros têm grande quantidade de pêlo negro espalhado pelo corpo, geralmente escurecendo sua pelagem. Há tordilhos claros, nos quais o pêlo branco predomina sobre o negro, produzindo um efeito quase totalmente branco.

• Baio – o cavalo baio não é muito comum. Um bom baio deve apresentar cauda e crina prateadas. Embora sejam atraentes, os baios, como acontece com animais de tonalidade pouco vibrante, não são muito indicados para a equitação em geral.

• Rosilho – é o termo usado para denominar os animais com duas ou mais pelagens misturadas, que podem possuir diversas tonalidades dependendo da proporção dos vários pêlos que as compõem. O rosilho avermelhado é constituído por pêlo vermelho, amarelo e branco; o rosilho-azulado, por pêlo negro, amarelo e branco; o rosilho-alazão, por pêlo castanho, amarelo e branco.

• Oveiro – os cavalos oveiros podem ser do tipo piebald quando possuem pêlo branco coberto por manchas negras grandes e irregulares; skewbald, se as manchas forem castanhas, escuras ou avermelhadas, sobre um fundo também branco; e add-coloured, caso as manchas de duas ou mais tonalidades estão presentes sobre o fundo branco. Os animais oveiros são muito procurados pelos circos.

• Branco – os cavalos brancos podem ser tordilhos muito velhos, cuja pelagem tende a embranquecer com a idade, ou albinos, caso em que possuem olhos rosados e pele sem pigmentação. Os cavalos conhecidos como brancos são, de fato, tordilhos na maioria dos casos.

• Palomino ou baio branco – os palominos têm uma coloração dourado-clara, não apresentam marcas em seu pêlo e suas crinas e caudas são abundantes e soltas, quase brancas. A tonalidade varia de acordo com as estações do ano. A pelagem se torna mais clara, quase branca, durante o inverno, voltando a aparecer o tom dourado com o renascimento da pelagem de verão.

• Pintado – os cavalos pintados spotted podem possuir manchas de qualquer tonalidade e dispostas da maneira mais variada possível. Como são raros, seu preço é muito alto. Leopardo-pintado é o termo dado ao animal que apresenta manchas negras e bem definidas, uniformemente espalhadas sobre um fundo branco.

Características de algumas raças ou tipos
Raça Altura (cm) Peso (kg)
Shetland
81–102 200–225
Pônei brasileiro
100-110 
Galloway
142–152 275–400
Tipo Altura (cm) Peso (kg)
Pônei (pequeno)
102–122 225–350
Pônei (grande)
132–142 250–360
Lightweight hack
152–163 350–500
Heavyweight hack
163–173 450–600
Tração 163–183 550–800

Recordes

MAIOR SALTO EM ALTURA
Realizado por Alberto Larraguibel Morales(Cap chileno), com o cavalo Huaso, em 5 de Fev de 1949 no Santiago do Chile durante o CHIO, a altura de 2,47m, considerado até o presente momento o recorde mundial. Este cavalo foi treinado durante 3 Anos pelo Coronel Rafael Monti

MAIOR SALTO EM LARGURA
1975 por André Ferreira quando saltou 8,40m , atual recorde mundial

CAVALO MAIS VELHO
O garanhão Old Billy, nascido no século XIX, morreu com 62 anos.

CAVALO MAIS ALTO
2,16m – Firpon , um Percheron castanho que nasceu em 1959 e morreu com 1350 kg no Rancho de Olavarria (Argentina) em 1972.

CAVALO MAIS BAIXO
36 cm ( 14,173 pol) – Pônei da raça Shetland de nome Meia-noite que nasceu às 2400 h no ano de 1969 em Melbourne ( Austrália).

CAVALO MAIS PESADO
1440 kg – “Brooklyn Supreme”, um garanhão Puro-sangue Belga, nasceu em 12 de abril de 1928 e morreu em 1948. O dono dele era Ralph Fogleman e morava em Iowa (EUA).

MARCHAS MAIS LONGA
Diz a lenda que Bucéfalo, cavalo de Alexandre O Grande, levou seu dono de Macedônia até os confins da Índia, próximo da fronteira do Afeganistão com a Índia atual.

“Vizir”, o cavalo tordilho que levou Napoleão de Paris a Moscou, durante a retirada da Rússia. A nobreza do sangue deste incrível cavalo permitiu suportar o rigoroso inverno russo.

Mao Tse-Tung empregou suas tropas em 1934 numa grande marcha. O avanço do exército de Chiang Kai-Chek obrigou a batida em retirada e então Mao teve que percorrer quase 10 mil km para chegar a Yanan, e Shensi.

“Mancha” foi um dos dois cavalos “criolos” com que A.F. Tschiffely viajou de Buenos Aires a Washigton. Os cavalos teriam 15 e 16 anos respectivamente. Este ginete suíço queria demonstrar a resistência dos “criolos”da Argentina. Atravessaram as florestas tropicais da América do Sul, ultrapassaram as cadeias de montanhas com mais de 5000 m de altitude para chegar a América Central e chegou finalmente aos EUA com seus cavalos em boas condições de estado.

Número de cavalo por países
(Dados de 1994)
• China 10.174.000 
• Brasil 6.200.000 
• México 6.175.000 
• URSS antiga 5.900.000 
• EUA 5.650.000 
• Argentina 3.400.000 
• Etiópia 2.700.000 
• Mongólia 2.255.000 
• Colômbia 1.980.000 
• Índia 965.000 
• Polônia 939.000 
• Indonésia 750.000 
• Romênia 670.000 
• Peru 660.000 
• Cuba 629.000 
• Chile 520.000 
• Turquia 513.000 
• Equador 512.000 
• Venezuela 495.000 
• Uruguai 470.000 
• Paquistão 461.000 
• Haiti 435.000 
• Canadá 415.000 
• Alemanha 406.000 
• França 322.000 
• Austrália 310.000 
• Espanha 241.000 
• África do Sul 230.000 
• Marrocos 190.000 
• Nova Zelândia 100.000 
• Hungria 79.000 
• Islândia 69.000 
• Holanda 65.000 
• Suécia 58.000 
• Irlanda 53.000 
• Áustria 49.000 
• Suíça 49.000 
• Finlândia 45.000 
• República Tcheca 39.000 
• Dinamarca 38.000 
• Portugal 26.000 
• Japão 24.000 
• Bélgica 20.000 
• Noruega 19.000 
• Egito 10.000 
• Israel 4.000

Total mundial 61.620.000

Introdução no Brasil
Em três momentos o cavalo foi introduzido inicialmente no Brasil: a primeira leva veio em 1534, na Vila de São Vicente; a segunda, em Pernambuco, em 1535; a terceira, na Bahia, trazidos por Tomé de Sousa.